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PAULO GONÇALVES


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Paulo Sérgio Gonçalves, radialista e jornalista. Formado em Letras Português/Inglês pela Unoesc/Joaçaba, Pós-graduado em Comunicação, Informação e Cultura pela UnC-Concórdia e formado em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela UnC-Concórdia.



Descontinuidade
Adicionado em 07/05/2018 às 11:15:46

Entra governo e sai governo e a história é a mesma. Se houve mudança de partido no comando, quem assume critica o governo passado pelo que fez ou pelo que deixou de fazer. Em Concórdia não é diferente. Volta e meia, membros da atual administração fazem críticas à administração anterior por obras que não foram executadas ou por projetos que não foram feitos. Também é verdade que, em alguns casos, vereadores de oposição criticam a atual gestão por falhas que não ocorreram neste governo, ou seja, problemas que se acumularam em administrações anteriores. É um expediente, convenhamos, improdutivo, mas que não faz parte de uma realidade só de Concórdia. Isso ocorre em praticamente todos os casos em que há troca de um projeto político, portanto, algo que já está enraizado na cultura política do país.

O ideal mesmo é que os políticos, de uma forma geral, pesassem menos nos comparativos e priorizassem a continuidade dos projetos. Por exemplo, para dar mais eficiência às gestões públicas, há que se pensar em uma forma de assegurar a continuidade de obras e investimentos que são importantes para o desenvolvimento de uma cidade. Da forma que ocorre hoje (na maioria dos municípios) o governo que assume geralmente precisa começar do zero (sem projetos, com um orçamento que foi desenvolvido pelo governo anterior e, muitas vezes, sem um norte).

Neste aspecto, a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC) desenvolve o Programa de Desenvolvimento Econômico Local – DEL. Um modelo de gestão capaz de contribuir para o desenvolvimento da região, garantindo a continuidade dos projetos de interesse da comunidade, em prol do desenvolvimento econômico sustentável do município. Seria fundamental que os municípios projetassem algo assim. É necessário pensar maior do que a mera rivalidade política. Existem projetos que precisam ter continuidade, mas para isso, é preciso convergência, maturidade e, sobretudo, despir-se de paixões partidárias.

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