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EDERSON VILAS BOAS


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Éderson Carpeggiani Villas Bôas
Jornalista formado pela UnC Concórdia em 2007
Repórter do Departamento de Jornalismo da Rádio Rural
Repórter Esportivo da Rádio Rural
Comunicador da Rádio 96 FM



Falta de qualidade? Ma fé? Autoconfiança? Inadmissível não ter visto o pênalti
Adicionado em 07/12/2016 às 10:40:23

Não entendo como alguns árbitros têm medo de marcar o certo quando a infração existe. Todos tem receio. Ou seja, de marcar a sexta falta ou de marcar uma falta contra o time da casa. Pois bem, na última segunda-feira, na partida entre a Associação Concordiense de Futsal e Florianópolis aconteceu um pênalti escandaloso em cima do pivô Pesk de Concórdia. Vejam nas fotos de Ricardo Artifon e Tarcio Baron.

Espantosamente os dois árbitros marcaram um metro fora da área. Inadmissível, dois árbitros com experiência como Oscar Calheiros e Claudionei Laguna, acompanhando a jogada (uma das fotos mostra Calheiros de olho na jogada e o Laguna estava na linha dela), não marcarem o que foi. Aí fica a pergunta: “Má fé? Acredito que não! Tô mais por falta de qualidade técnica, falta de concentração para um jogo decisivo e até autoconfiança demasiada.

O pior é que a não marcação do pênalti, claríssimo em cima do Pesk foi determinante para o resultado do jogo. Fazendo o gol, a ACF abriria 2 a 0 e forçaria Floripa a se abrir. Lembrando que Floripa venceu a primeira partida e Concórdia necessitava da vitória no tempo normal para levar o jogo para a prorrogação e, ela, Concórdia teria a vantagem do empate.

Outra situação que achei inadmissível, foi o árbitro chegar agressivamente empurrando no peito o técnico Morruga. Fosse o contrário, o treinador estaria expulso. E o árbitro? O delegado do jogo viu a cena e nem sequer repreendeu o profissional da arbitragem. Será que foi pro relatório tal atitude agressiva e deselegante? E olha que o Morruga é um treinador que não arruma confusão. É tranquilo. Mas o árbitro não, mostrou estar despreparado para um jogo decisivo. Me desculpem os árbitros do jogo, mas vocês “tremeram na base”. O problema é que um deles deve apitar a final da Liga Nacional. Mas nesse nível de estresse não teria capacidade. Se uma semifinal de Catarinense é assim, imagina tendo que lidar com Rodrigo, Falcão, Simi, Tiago, Índio e a torcida do Corinthians?

Assistindo ontem a reprise da partida entre Sorocaba e Corinthians ouvi o Marcelo Rodrigues e Daniel Pereira citarem a questão da não marcação de uma falta, na frente do árbitro, quando foi visível. O que será isso? Marra do árbitro? Medo de não marcar porque era na casa do time do Falcão e ele havia marcado uma outra há alguns segundos?

Por essas e outras que não confio em arbitragens, pois nunca se sabem o que estão pensando ou se estes estão com a mente equilibrada para apitar um jogo decisivo. E tem outra, um dos árbitros tem residência em Florianópolis, assistiu o primeiro jogo lá no ginásio, na Capital e veio apitar em Concórdia. E a Federação Catarinense o escalou mesmo assim. Deu no que deu. E os dois saíram tranquilos do ginásio...

Foto: Ricardo Artifon/ACF

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