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EDERSON VILAS BOAS


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Éderson Carpeggiani Villas Bôas
Jornalista formado pela UnC Concórdia em 2007
Repórter do Departamento de Jornalismo da Rádio Rural
Repórter Esportivo da Rádio Rural
Comunicador da Rádio 96 FM



Não deu
Adicionado em 08/12/2016 às 09:54:21

Parte da Coluna do Diário do Oeste desta quinta-feira 08/12/2016

A ACF encerrou a participação na temporada com um empate em 3 a 3 contra o Floripa na última segunda-feira. A desclassificação passou também pela derrota contra o adversário na Capital, na semana passada. Não podemos tirar os méritos de Florianópolis, uma equipe bem postada, que sabe jogar quando tem vantagem, se fechando, usando muito bem o contra-ataque. Concórdia fecha o ano sem chegar a final, que era o grande objetivo, mas fez um bom ano, se analisarmos as dificuldades no início do ano. Não quero justificar o insucesso da equipe, mas sem grana é complicado trabalhar.

Tratativas

Iniciam agora as tratativas para a temporada que vem. Antes de tudo, a direção tem que acertar com a comissão técnica. Não vejo o porque não acertar com Morruga, Fabiano (preparador Físico), Douglas (preparador de goleiros) e Nê (atendente). Estes são unanimidades, fizeram um trabalho diferenciado. O professor Fabiano, por exemplo, é um dos melhores da área no país. E será fundamental nesta nova formatação de trabalho, com categorias de base. Em relação aos atletas, João Neto, Joãozinho destacaram que foram muito bem tratados e tem intenção de ficar. Outros se destacaram e devem ficar Júlio, Pesk, Douglinhas, Rafinha, Dario. E mais os da casa que tem potencial pra permanecer, incluo Roger nessa lista, Jhony, Pedro, Toni, Lucas. Contratando mais uns três experientes, ficamos com um bom grupo pra chegar mais longe em 2017. Fiquei sabendo que Dimas estaria acertando com Joaçaba.

Acima do Bem e o mal

A arbitragem está hoje a cima do bem e do mal. No caso dos “apitadores” da última segunda, foram fundamentais sim para o resultado. Os dirigentes de Concórdia tem medo de expressar comentários, mas eu não tenho. Tem fotos muito nítidas do repórter fotográfico Ricardo Artifon (ACF) que mostra o pivô Pesk sendo derrubado dentro da área e os árbitros marcaram um metro fora. Naquele momento, se fizesse o gol, a ACF abriria 2 a 0 e complicaria a vida de Floripa, que empatou na sequencia. Fora que Claudionei Laguna empurrou o técnico Morruga, após este ter reclamado de um lance. Falta de compostura deste árbitro e visivelmente transtornado psicologicamente, pela pressão do jogo. Então não me falem que o resultado também não passou pela péssima arbitragem. E mais, Oscar Calheiros mora em Florianópolis, sendo assim...

Aos amigos

Peço para que os amigos que são árbitros não sejam como alguns que levam como marca a prepotência e a falta de humildade. Se vocês errarem, assumam o erro. Se acertarem, não se vangloriem, pois este é o papel do profissional do apito. O que vejo algumas vezes me dá vontade de largar a crônica esportiva, pois o árbitro erra, deixa as equipes nervosas, mas estes erros, que podem comprometer o resultado das partidas, como na última segunda, e não acontece nenhum tipo de punição. Agora, se o treinador fala alguma coisa, se o jogador se descontrola, é expulso, citado em súmula e pega punição depois no tribunal.

Polêmica

Na última semana, Concórdia e Florianópolis se enfrentariam na Capital. A equipe chegou na noite de segunda, se hospedou e, infelizmente, aconteceu durante a madrugada o acidente aéreo com a delegação da Chapecoense. O supervisor Artêmio Artifon ligou para os dirigentes do Florianópolis pedindo a transferência da partida para a quarta-feira e estes, depois de algum tempo, informaram Artifon de que não teria quadra liberada no dia seguinte e teria de ser na terça. Tanto que depois, na hora do jogo, Artêmio e o Moreira (dirigente do Floripa) discutiram feio na arquibancada por não ter sido transferido o jogo. Inadmissível a Federação não intervir e “decretar” que não seria realizada a partida. E mais, a Capital não ter ginásio disponível para uma equipe que disputal a Liga Nacional? É o ápice da várzea mesmo.

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