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CONCÓRDIA

Reclamação: Pista de skate vira ponto de usuários de drogas
Grupo de skatistas disse que local também precisa de reforma.


Por Luan de Bortoli
Em 03/04/2017 - 07h58 - Atualizada em 04/04/2017 - 07:39



Frequentando há, pelo menos, quatro anos a pista de Skate de Concórdia e insatisfeito com a situação em que o local se encontra, um grupo de cerca de dez adeptos ao esporte decidiu expor os problemas na imprensa. A bem da verdade, a reclamação é antiga e várias vezes se ouviu pessoas reclamando daquela situação – tanto dos skatistas, quanto de moradores da rua Dionísio Boff, onde a pista está localizada.

Os problemas são variados, mas os principais são dois: estrutura física defasada e usuários de drogas utilizando a pista como ponto de encontro. Pablo Luiz Orlandini Jr, de 17 anos, é um dos membros do grupo de skatistas, e frequenta o local há anos. Ele que vem vendo a situação piorando a cada ano, prejudicando assim uma forma de lazer do grupo. “Isso afeta nossa imagem, estraga nossa imagem, trazendo um sentindo diferente daquilo que seria diversão”, comenta ele.

Segundo Pablo, nos últimos tempos a pista está sendo frequentada por pessoas que vão ao local para fazer bagunça e utilizar a pista com outra finalidade. São pessoas que normalmente utilizam drogas. “Ultimamente podemos perceber que a pista está sendo frequentada por pessoas que estão indo lá só para fazer arruaça. Hoje a pista é frequentada por gente que vai para beber ou usar drogas”, lamenta Pablo.

Precisa de reforma

Outro problema que o skatista citou é a situação da estrutura física, que vem se deteriorando há anos. Para evitar que a pista fique ainda mais obsoleta, os próprios usuários tiram dinheiro do bolso para amenizar o problema. “A pista hoje se encontra num estado ruim. Muitas das reformas quem faz lá é a gente, tirando do nosso tempo e dinheiro. Ela se encontra bem inadequada”, comenta Pablo. 

O grupo costuma frequentar a pista de skate entre o fim da tarde e o início da noite, mas nunca durante a noite. A explicação é simples: não há segurança, segundo Pablo, causando insegurança para quem costuma praticar o esporte no local. “Não tem luz para nós ficarmos lá, não tem segurança. Se alguém quiser roubar nós, fica fácil. Não tem luz, não tem câmeras, não tem ronda da polícia, e ainda tem pessoas drogadas”, explica Pablo.

A intenção do grupo, em expor o problema na imprensa, é pedir ajuda do poder público. Segundo Pablo, os skatistas até já procuraram a prefeitura em diversas ocasiões, mas sempre ouvem que o assunto não é prioridade, tanto para reforma, como para resolver os problemas com usuários de drogas. “Sem visão do governo fica pior ainda. Eles têm que estar com nós, olhando com os mesmos olhos. Já foi entrado em contato [com a prefeitura] várias vezes, porém sempre dizem que não é prioridade, que vão adiar”, conta,



01 COMENTÁRIO - Deixe também o seu Comentário



PAULO comentou em 04/04/2017 as 08:37:50

Na realidade , a muito tempo e um campo de concentração de desocupado e fumaça, passe la e confira ,rumo a 2030



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