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CVV de Concórdia já faz mil atendimentos por mês
Número do centro de ajuda, 188, agora é grátis em todo o país.


Por Luan de Bortoli
Em 11/07/2018 - 08h02 - Atualizada em 12/07/2018 - 08:01



As formas de prevenção e combate à ansiedade, depressão e doenças psicológicas passarem a ter acesso ainda mais fácil à população. Desde o dia 1º de julho, o 188, que é o número do Centro de Valorização da Vida, utilizado para os fins de ajudar pessoas com problemas, é gratuito. Até então, em alguns estados ainda era utilizado o 141, número que ainda tinha cobrança por ligação. Isso se deve a um acordo de cooperação técnica firmado com o Ministério da Saúde.

Com a mudança, agora 188 passa a valer para todo o país. Flavia Barbosa de Oliveira, membro do CVV de Concórdia, explica que a mudança serve para facilitar ainda mais o acesso à ajuda que tantas pessoas necessitam nos dias de hoje. “O número foi concebido pelo Ministério da Saúde em parceria para que eu CVV possa atender de forma gratuita. Há 20 anos que o CVV atende. Em qualquer lugar pode ligar de celular ou fixo e vai cair em algum lugar do país, e o voluntário vai prestar apoio emocional”, explica.

Em Concórdia, o centro já está atuando há quase oito meses e os resultados são expressivos. Já são mais de mil atendimentos por mês, conforme Flavia. “Aqui em Concórdia atendemos pessoas de várias partes do país, de adolescentes até idosos. Pessoas que têm pensamento de suicídio estamos conseguindo auxiliar. Em média, por mês, estamos com mil atendimentos. Agora, com a mudança, esperamos que aumente. A nível nacional, o CVV atende de sete a oito mil pessoas por dia. Esperamos, até o fim do ano, que ultrapasse os três milhões de atendimentos”, comenta.

Os serviços do CVV têm se tornado cada vez mais necessários nos dias atuais.  O Brasil é o 8º no ranking mundial em número de suicídios. No país, é registrada cerca de uma morte desse tipo a cada 45 minutos. O Ministério da Saúde pretende atingir a meta de reduzir em 10% os óbitos por suicídio até 2020. Segundo a Organização mundial da Saúde (OMS), os idosos correspondem à faixa etária de maior risco para o suicídio. 



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