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CONCÓRDIA

Fretta crítica gestão Pacheco/Massocco e dispara: "não entrei na política para alguém falar o que tenho que fazer"
Sessões retornam no dia 04 de fevereiro mas não há definições para os horários.


Por Luan de Bortoli
Em 09/01/2019 - 08h46 - Atualizada em 10/01/2019 - 07:34



O legislativo de Concórdia está, desde o dia 1º de janeiro, sob nova direção. Mauro Fretta, do PSB, é o atual presidente, escolhido em eleição polêmica no mês de dezembro, pelos próximos dois anos que restam da atual legislatura. Completam a chapa o vereador Closma Zagonel (MDB), como vice-presidente, Margarete Poleto Dalla Costa (PT), como primeira-secretária, e Marilane Stuani (MDB), como segunda secretária. 

A votação foi rechegada de polêmica porque, inicialmente, Fretta não concorreria já que o partido fazia parte do governo de Rogério Pacheco. Mas com uma mudança de última hora, o novo presidente encabeçou uma chapa de oposição àquela encabeçada por Jaderson Miguel, que era de situação. A formação de Fretta acabou eleita com sete votos. Diante disso, nomes do PSB que estavam no governo foram exonerados.

Para o presidente da Câmara, a eleição foi um processo difícil. “Foi uma situação um pouco, pra mim, difícil. Acho que a posição do nosso partido, o presidente já se posicionou, mas até o momento eu não fui notificado para ir até a prefeitura para fazer a rescisão dos comissionados ou a expulsão dos blocos da situação. Sou novato na política, mas acho que essa situação de oposição e situação é coisa de política velha. Eu, Mauro, fui eleito pelo povo e preciso trabalhar pelo povo”, afirma.

O novo presidente da câmara disse, em entrevista à Rural e 96, que ficou chateado com falta de diálogo da administração pós-eleição. “A única coisa que a gente, como o PSB, falo em nome do partido, o que me deixou mais triste é a falta de diálogo. Neste momento nem prefeito nem o vice falaram comigo depois da eleição. Acho que foi uma atitude deva ser revista. Não acho que deveriam ter feito uma tempestade em copo d’agua. São dois poderes distintos. Não podemos deixar a cama como um telhadinho da prefeitura. ”.

Fretta também criticou os acordos feitos internamente. “Eu não entrei na política para alguém falar o que tenho que fazer ou fazer acordos. Não concordo e não compactuo com esquema, com acordos de gabinete, isso não faz parte da minha índole. Acho que vou trabalhar pelo povo. Se os projetos forem bons, eu vou dar celeridade, não tenho rancor nenhum, magoa por parte parte do prefeito e vice, pelo que fizeram, nada”. 

Decisão pensada

O presidente ainda explicou que a decisão de concorrer na eleição não foi tomada instintivamente. “não foi uma decisão feita do dia para a noite. Quero deixar claro que eu tentei, tenho mensagens, conversas. Tentei dialogar com o bloco da situação, fui pressionado a tentar fazer uma coisa, e acertar um acordo, e eu não participo disso. O desgaste vinha, a gente já tinha um problema até mesmo da secretaria de saúde. Não houve e não dá dialogo entre a administração e as pessoas que estão no bloco. Pessoas que ajudaram na campanha não são ouvidas pela administração”, relatou.

Sobre os cargos exonerados, como assessor jurídico e comunicação, Fretta diz que já há encaminhamentos. “Temos contatos com alguns escritórios jurídicos. Temos que manter a qualidade. Já estou conversando com algumas pessoas, solicitei algumas indicações da própria mesa diretora. Tenho intenção de valorizar todos os partidos que compõem a mesa diretora. Estamos juntando nomes e currículos e partir do dia 20 a gente vai anunciar. Mas estamos bem adiantados”.

Novo ano legislativo

Ainda não há definições sobre os horários das sessões. Elas retornam no dia 04 de fevereiro e até lá haverá conversa para acertar se seguem pela manhã ou retornam para o período da noite. Além disso, Fretta diz que um projeto está pendente para esta legislatura. “É a questão do horário dos assessores da câmara de vereadores. É o único projeto q ficou pendente. A gente fez um mutirão na última semana do ano, mas o único que a gente tem é esse que deve ir pra pauta nas primeiras sessões. A gente aguarda a manifestação do Ministério Público”.

Algumas mudanças deve ocorrer a partir de fevereiro na Câmara envolvendo especialmente esta questão.. “Agora em fevereiro vamos implantar o ponto eletrotônico, todos os assessores vão ter que bater ponto. Vamos ter um controle mais rigoroso. Se as sessões forem a noite, teremos que fazer uma compensação de horas ou pagar hora extra”, explicou Fretta.



01 COMENTÁRIO - Deixe também o seu Comentário



PAULO comentou em 09/01/2019 as 08:50:48

Falou que nos a população que ouvir, trabalha em pro a população .. pelo menos um com visão voltada a nos , velha politica so maracutaia ...velha politica com dias contato ...100%



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