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CONCÓRDIA

Frio em falta prejudica comércio de Concórdia
Empresários dizem que vendas do inverno serão piores do que no ano passado.


Por Luan de Bortoli
Em 24/06/2019 - 06h43 - Atualizada em 25/06/2019 - 07:41


Foto: Christyam de Lima/Divulgação/G1

As temperaturas não deixam mentir: o frio chegou com pouca intensidade a Concórdia neste início de inverno e prejudicou parte das vendas de empresas do município. A constatação é resultado de um levantamento realizado pelo departamento de jornalismo da emissora com quatro representantes de lojas de vestuário de Concórdia. As poucas frentes frias registradas até agora têm sido rápidas e fracas para o setor. 

Diante desta situação, o comércio em geral já gente a dificuldade nas vendas. Empresários esperavam maior movimento para o período, mas o calor fora de época está atrapalhando os planos e afastando clientes. Apenas uma das quatro pessoas ouvidas pela reportagem disse que está conseguindo equilibrar as vendas mesmo com as temperaturas altas para a época do ano. 

E o cenário não é muito otimista. Se espera para o mês de julho um período de temperaturas mais baixas e, com isso, um aumento nas vendas. No entanto, isso ainda não gera uma expectativa positiva para os empresários, pois já são dois meses de perdas. E ainda que o próximo mês seja bom, na opinião dos representantes das lojas, no geral, o inverno de 2019 vai ter um resultado bem inferior ao registrado no ano passado.

O empresário do ramo Jerry Amelini diz que o cenário atípico surpreendeu e não deverá ser revertido. “Um ano atípico, comparado com ano passado, que tivemos um período bem antecipado de frio, e este ano estamos tendo um verão, e isso acaba dificultando bastante e as vendas ficam abaixo do esperado. Dois meses já se passaram, esses já não se recuperam mais. Então, mesmo vindo frio, a tendência é que o final da venda seja bem abaixo do ano passado”.

Para tentar amenizar as quedas e manter pelo menos uma situação um pouco menos ruim para o comércio local, os empresários vão apostar em promoções e liquidações a partir de julho, como estratégia especial. “Agora, o comércio vai começar um período de liquidações, que a gente já tá vendo, para tentar recuperar e colocar parte do estoque para fora. Recuperar, quem já está no ramo, sabe que é difícil, mas vamos tentar amenizar”.

O que tem segura boa parte das vendas, evitando que elas não sejam ainda piores, são os itens infantis, segundo estas pessoas ouvidas. Maio e junho já têm médias climatológicas maiores do que no mesmo período do ano passado.



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