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Família faz rifa para conseguir recursos para ajudar Miguel

Ele sofreu choque em rede elétrica e sofre as sequelas.

Por Luan de Bortoli
26/06/2019 às 06h41 | Atualizada em 27/06/2019 - 07h44

Com gastos cada vez maiores, surgem as dificuldades. A família do pequeno Miguel, de cinco anos, precisa da ajuda da comunidade depois que ele sofreu sequelas em função de um choque recebido de uma linha de alta-tensão. Os gastos são de cerca de R$ 7 mil mensais sem contar a medicação. Diante disso, a mãe, Mariana Motterle, parentes e amigos têm realizado ações especiais, sendo uma rifa a mais recente.

A rifa vai sortear treze prêmios, que variam de óculos de sol, vales-compras em lojas, entre outros. O valor de cada número é R$ 5,00. As cartelas podem ser retiradas no Salão da Carla, na Rua 29 de Julho, em cima da loja Pague Poko ou através do whatsapp da mãe do Miguel, 9- 99352795. Além disso, há uma conta bancária onde a população pode depositar valores variados que contribuem com a família. Banco: Siccob Crediauc, Agência: 0001, Poupança: 62.912.515-5, CPF: 140.999.949-10.

Com lesões neurológicas, o pequeno Miguel recebe, em casa e diariamente, uma série de tratamentos que visam ajudar o quadro clínico dele evoluir. São, diariamente, duas sessões de fisioterapia e mais uma de fonoaudiologia. Além disso, são três sessões semanais de terapia ocupacional. “Todas essas terapias são de extrema importância pra ele. Elas têm que ser feitas todas em casa e são pagas particular”, explicou a mãe.

Miguel ficou internado no Hospital São Francisco por quase dois meses. Ele deu entrada no dia 16 de fevereiro, depois de levar um choque elétrico. Ele brincava na sacada de um apartamento, quando acabou tendo contato com a rede de alta-tensão. Por alguns dias, ele permaneceu em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 

O quadro clínico dele, no entanto, ainda demanda de cuidados especiais. Recentemente, ele passou por reações alérgicas e também viroses. Miguel segue com algumas sequelas, já que o cérebro permaneceu cerca de 20 minutos sem oxigênio. A ideia de tentar um tratamento no hospital Sarah, de Brasília, não foi adianta por recomendação do neurologista dele.






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