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Vereadores sugerem estudo para que município possa utilizar estrutura do Cnec em Concórdia

Instituição não terá mais atividades a partir do ano que vem.

Por Luan de Bortoli
08/11/2019 às 06h41 | Atualizada em 08/11/2019 - 08h20


Após o anúncio de que as atividades letivas serão encerradas em 2020 na unidade do Colégio Cenecista (Cnec) de Concórdia, os vereadores André Rizelo, Evandro Pegoraro e Margarete Poletto Dalla Costa, todos do PT, querem que o município estude possibilidades de utilizar a estrutura física da unidade. O imóvel é privado, mas a sugestão é tentar um acordo para que a comunidade possa ser beneficiada.

Os vereadores protocolaram na Câmara, na última segunda-feira (4), uma Indicação sugerindo a análise. Conforme Pegoraro, o documento tem a intenção de que o município possa agregar serviços naquele local, que é bem localizado e de fácil acesso. “Uma área importante que pode ser adquirida pelo município ou para que se faça um sistema de comodato com a rede Cnec”, frisa.

Ainda de acordo com o vereador, o terreno que abriga a escola tem 4.300 metros, sendo 4.038 em área construída. “Queremos contribuir com o município para que as pessoas possam continuar utilizando esta bela estrutura. Sabemos que várias pastas não têm imóveis e pagam aluguel, assim como necessitamos de ampliação de escolas de Cmeis”, diz.

Na tentativa de beneficiar a comunidade com a utilização do imóvel onde atualmente está instalado o Colégio Cenecista (Cnec) em Concórdia, vereadores que cumprem agenda em Brasília se reuniram nesta quarta-feira (6) com o presidente nacional da instituição. André Rizelo (PT), Evandro Pegoraro (PT) e Valcir Zanella (PSDB) tentam tratativas para que o município possa adquirir o imóvel.

Conforme os vereadores, o presidente nacional do Cnec, Alexandre dos Santos, garantiu que será dada prioridade à proposta que o município poderá fazer para a aquisição da unidade, situada em área nobre no Centro da cidade. Ainda conforme Santos, a instituição encerra as atividades letivas no próximo ano, mas irá cumprir com todas as obrigações legais com seus funcionários.

Sobre uma eventual proposta do Executivo à entidade, ainda não há informações oficiais. Nesta semana, vereadores da bancada petista protocolaram na Câmara uma Indicação sugerindo a aquisição do imóvel ou mesmo um contrato de comodato. Já o vereador Claiton Casagrande (PL) protocolou uma proposição pedindo que o imóvel seja declarado como de utilidade pública. Ambas as ideias serão debatidas no próximo bloco de sessões da Câmara, que inicia no dia 11.

Fonte: Assessoria Câmara





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