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Tecnoeste: a ovinocultura e os desafios de uma atividade em expansão

Setor apresenta animais com genética alta e opções em rações.

Por Luan de Bortoli
19/02/2020 às 11h02 | Atualizada em 19/02/2020 - 20h09


O Tecnoeste 2020 apresenta aos visitantes diversas opções de melhoramento em tecnologia e também a diufsão de algumas atividades. Este, por exemplo, é o caso da ovinucultura, um setor ainda sem grande representatividade na região, mas que vive uma fase de expansão e incentivo.

Conforme o coordenador da comissão de Ovinucultura da feira, Dirceu Rigo, o visitante e produtor interessado na atividade vai encontrar algumas novidades. Em entrevista à emissora, ele destacou que o grande diferencial e aposta do setor é o sabor da carne e a qualidade do animal.

"Ele tem uma representação não tão grande na economia do estado, mas mais na gastronomia. Quem aprecia carne de cordeirno, é um fator importante. E temos aqui nessa edição várias raças, com bons reprodutores, com registro, com valores acessíveis ao produtor. São animais de genética alta, e também estamos apresentando alguns tipos de rações", disse.

"A ovinucultura, por não ser uma atividade tradiconal, tem a questão do receio das pessoas, do gosto da carne de ovinos. Um animal precoce, com genética boa, podemos oferecer uma carne sem gosto, então realmente tem o gosto da carne de ovino, e nao de lã ou de enxofre. Então, são animais bons, bem desenvolvidos", pontua.

Dirceu ainda destacou que o setor vive uma dificuldade de pouca produção por ainda não ter se difunfido fortemente na região.  "Entao a atividade nao consegue suprir a necessidade do mercado, e não conseguimos ter um negócio permanente com o mercado, que tem que buscar fora, e muitas vezes nao vem uma carne tão boa como temos aqui", finaliza






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