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Presidente da Cidasc explica que investigação constatou irregularidades

Propriedade de PCB, que tem vínculo com produtor de Concórdia, apresentava situação irregular.

12/08/2020 às 06h48 | Atualizada em 12/08/2020 - 19h45


A ação entre a Cidasc e a Polícia Civil que investiga o transporte ilegal de animais e fraudes na identificação do rebanho em propriedades rurais de Concórdia e Presidente Castelo Branco teve a operação realizada, neste início de semana.Conforme a Cidasc, em uma propriedade rural de Presidente Castelo Branco, que tem vínculos com um produtor rural de Concórdia, foram constatadas irregularidades e encontradas no local e feita aapreensão de celulares, notebook e de R$ 12 mil reais, pela Polícia Civil.

De acordo com a presidente da Cidasc, Luciane Surdi, a medida é importante para manter a sanidade animal de todo rebanho catarinense. “A medida é necessária, já que Santa Catarina é o único do país com status de área livre de febre aftosa sem vacinação, por isso, fica vedado o ingresso de animais contra a febre aftosa. Por isso, desta ação. Recebemos denúncia e fomos a campo onde constatamos irregularidades”, comenta a presidente.

O reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal implica em uma série de cuidados para manutenção do status sanitário que permite o acesso dos produtos catarinenses aos mercados internacionais mais exigentes.





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