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ESTIAGEM: reportagem com Ipumirim, Lindóia do Sul e Jaborá

Há cancelamento de alojamentos de suínos e aves, abate de gado leiteiro e muito transporte de água

Por Marcos Feijó
25/11/2020 às 13h40 | Atualizada em 26/11/2020 - 07h32

A reportagem da Rural/96, nesta semana, está ouvindo responsáveis pelas secretarias da agricultura de municípios do Alto Uruguai Catarinense sobre a seca.  Nesta matéria, a situação em Ipumirim, Lindóia do Sul e Jaborá. Em nenhum há perdas amenas. 

IPUMIRIM – As perdas estimadas quase alcançam os R$ 5 milhões. Na aquicultura são R 3,1 milhões e na pecuária R$ 1,5 milhão. O diretor da pasta Vandoir Cerutti informa que há transporte de água para o interior com um caminhão-pipa e dois tratores. Em outubro já foram transportados 274 mil litros e em novembro 350 mil litros. Também há auxílio com aberturas de novos depósitos de água e melhoria nos atuais.

LINDÓIA DO SUL – A agricultura está sem plantio e quem chegou a plantar algo ainda nem estimou os prejuízos. Sobre o transporte de água, conforme a secretária Alana Zuanazzi, três caminhões e um trator fazem o serviço. Para o consumo humano já são para 20 propriedades e para animal 50 propriedades e com aumento de locais a cada dia. Já há cancelamento de alojamento de suínos e aves. E quanto a produção de leite, alguns produtores encaminharam vacas leiteiras ao abate para o aproveitamento da carne. 

JABORÁ - “Seca muito agressiva”, assim resume o secretário Cassio Tisatto. O Executivo está ajudando no que pode, da melhor forma. Um caminhão leva água para o interior para manter os animais. A silagem está comprometida e grãos e demais plantas serão muito afetados. E o carro-chefe de Jaborá, o leite, está fortemente impactado com resultado comprometedor na economia. 





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