OPINIÃO


PAULO GONÇALVES


Jornalista
Paulo Sérgio Gonçalves, radialista e jornalista. Formado em Letras Português/Inglês pela Unoesc/Joaçaba, Pós-graduado em Comunicação, Informação e Cultura pela UnC-Concórdia e formado em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela UnC-Concórdia.





O bom uso das redes sociais pode auxiliar políticos e eleitores


A difusão de informações inverídicas prejudica o processo democrático.

Adicionado em 08/08/2022 às 11:12:17

A campanha eleitoral no Rádio e na Televisão começa no dia 26 de agosto. Temos percebido (mais uma vez) a força das campanhas nas redes sociais.

Se utilizadas com critérios e responsabilidade, as redes sociais podem auxiliar os candidatos para que transmitam suas ideias e suas propostas. Essas mesmas ferramentas (sem usadas com de forma responsável) também podem ajudar o eleitor a definir o seu voto.

O problema é que tem se percebido nas campanhas eleitorais o mau uso das redes. Esse uso indevido ocorre quando as informações divulgadas e propaladas não são checadas e, muitas vezes, não condizem com a realidade. Convenhamos que essa prática não está atrelada a somente o candidato ou partido. Praticamente todos que estão envolvidos em uma eleição espalham ou compartilham inverdades. O pior é essas inverdades que por vezes afetam a vida pessoal dos cidadãos, não são praticadas apenas nos períodos de campanha, mas, em vários momentos.

Como lidar com esse processo de banalização da informação nas redes sociais? Esse é grande desafio de políticos e eleitores. É claro que a difusão e o consumo de informações infundadas não irão cessar. Isso sempre vai existir, mas, quando o bom senso prevalece, esse quadro pode mudar. Que políticos e eleitores deem bons exemplos e que caminhemos de forma gradativa para a realização de campanhas mais transparentes e construtivas. 



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