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Estiagem

Com piora da estiagem, Casan aumenta rodízio para mais pontos de Concórdia


Condição segue em emergência, aponta a Epagri/Ciram.

Por Luan de Bortoli
27/01/2022 às 06h17 | Atualizada em 27/01/2022 - 08h07
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As manobras operacionais no sistema de abastecimento de água de Concórdia que estão causando rodízio no município foram ampliadas nos últimos dias, conforme informou a equipe da Casan local. O fato aconteceu porque a situação da estiagem que atinge a região teve uma piora nos últimos dias, com o avanço de um grande período sem chuvas consistentes.

Conforme as informações levantadas pela reportagem, passaram a fazer parte deste rodízio os bairros altos, a partir da rua Tancredo Neves até o acesso a Concórdia. São compreendidas as seguintes localidades: Parque de Exposições, São José, São Cristóvão, Frei Lency, Vila Jacob Biezus, Área Industrial e Loteamento Bussolaro.

Estas localidades, assim como as que já fazem parte das manobras, ficam parte do dia sem água e tem o abastecimento restabelecido à noite, com normalização na madrugada. Esta medida foi adotada ainda no fim do ano passado pois o nível dos rios de captação de água de Concórdia está bem abaixo do esperado. O problema mais grave é no Rio Suruvi.

Os demais bairros que até o momento passam pelo rodízio de abastecimento estão na parte baixa em sua maioria e são os seguintes: Vista Alegre, Bom Pastor, Bela Vista, Primavera, Arvoredo, Vila União, Flamengo, Cristal, Nazaré, Santa Rita, Itaíba, Cataria Fontana, Redim e Loteamento Anzolin.

Concórdia segue com vários pontos em situação crítica para estiagem, conforme a Epagri/Ciram. De acordo com o relatório diário do órgão, dois locais estavam na classificação de emergência, a pior de todas. Há um ponto em alerta e apenas dois estão em situação normal. A bacia do Rio Jacutinga figura entre as piores condições de estiagem no estado.

Em Concórdia, a administração municipal continua transportando cargas de água diariamente a algumas comunidades do interior. As propriedades que mais sofrem recebem o apoio da prefeitura. São cerca de 150 mil litros diários. A BRF segue puxando cargas diárias de Rancho Grande até a sua sede para evitar que a produção seja interrompida. 
 
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