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Concórdia

​Conheça os três pontos investigados para perfuração de poços de águas termais em Concórdia


Barra de Lageado Paulino, Engenho Velho e Planalto foram os locais estudados.

Por Lucas Villiger
22/08/2022 às 07h00 | Atualizada em 22/08/2022 - 21h29
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São inúmeras as ações que estão sendo estudadas para o desenvolvimento do turismo em Concórdia. Seguindo o exemplo de cidades vizinhas, como Piratuba, Itá e Marcelino Ramos, o município de Concórdia almeja entrar no roteiro do turismo das águas termais, setor muito popular na região, atraindo visitantes de outros estados inclusive.

O estudo de investigação de exploração de águas termais foi realizado no início de 2020, onde foram identificados três pontos para perfuração de poços de águas termais. Esse relatório já encontra-se finalizado e disponível no portal da Prefeitura de Concórdia. Inclusive muitas pessoas já acessaram esse estudo para fazer as suas análises para estruturar possíveis investimentos no município. Os três pontos identificados no estudo ficam em Barra de Lageado Paulino, Engenho Velho e Planalto.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Wagner Simioni, fala sobre o objetivo do estudo. “O objetivo principal do município de Concórdia com relação é disponibilizar para a iniciativa privada as características, os custos e as particularidades de cada um desses três pontos investigados, para que o investidor possa compor a sua planilha de custo e fazer a sua análise de investimento para possíveis empreendimentos turísticos”, explica Simioni.

Simioni explica que apesar dos três pontos identificados, é possível encontrar água termal em todo o território do município. “Optou-se por fazer três pontos extremos do território de Concórdia, justamente para poder observar e investigar diferentes realidades, principalmente do ponto de vista de altitude, porque Concórdia está localizada sobre o aquífero Guarani, então em qualquer ponto do território concordiense que se perfurar um poço vai chegar no Aquífero Guarani e vai obter água termal”, exemplifica o secretário Simioni.

“O que vai dizer se é mais viável ou menos viável é a questão do custo de perfuração, então nesses três pontos existem os custos já quantificados e isso pode compor uma análise de investimento para a iniciativa privada que pretendem fazer os empreendimentos nestes ou em outros locais”, discorre Simioni.

A Prefeitura de Concórdia deixa claro que não é porque investigou-se três pontos do território de Concórdia que somente nesses três pontos seja possível obter água termal. O estudo investigou um ponto a onde altitude seria menor, uma altitude maior e uma altitude e intermediária, para que o investidor consiga fazer o seu estudo.

Desde a data da publicação desse material no site da prefeitura muitos investidores procuraram a Administração Municipal nesse período. Alguns com algumas ideias de complexo náutico, outros com complexo de água termal.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo salienta que não é dever do poder público perfura poços, mas sim da iniciativa privada, caso seja interessante economicamente. “Cabe a Prefeitura incentivar com infraestrutura de acesso, asfaltamento, infraestrutura elétrica, transporte coletivo se for o caso”, finaliza o secretário Wagner Simioni.
 
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