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“Nunca o silêncio falou tão alto”, diz prefeito de Chapecó após visita a Bolsonaro em Brasília


João Rodrigues é um dos aliados mais próximos do presidente da república.

Por Lucas Villiger
23/11/2022 às 07h54 | Atualizada em 24/11/2022 - 07h38
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Em entrevista para o programa Papo@, da Rádio 96, na tarde desta terça-feira, 22, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, comentou sobre sua visita a Brasília, onde conversou com o presidente da república Jair Bolsonaro. Desde o dia 30 de outubro, no segundo turno da eleição, Bolsonaro tem feito poucas aparições, sendo assim, João Rodrigues revelou um pouco dos bastidores do Palácio da Alvorada.

João Rodrigues comentou sobre o 'silêncio' de Bolsonaro pós-eleição. "Primeiro eu diria, nunca um silêncio falou tão alto, pois ele sem dizer absolutamente nada fez milhões de brasileiros de todo o país irem para as ruas de novo, para gritar pela liberdade, contra o comunismo, contra o socialismo e levantar duvidas sobre o processo eleitoral", explanou. "Agora em relação a minha visita ao presidente, eu vi um presidente firme e forte, ele está com um problema na perna também, é evidente que ele está um pouco chateado, quem não estaria após um mandado que você luta contra tudo e todos, para defender o povo, a família, o emprego. Mas eu posso dizer que tem muita coisa para acontecer ainda", completa Rodrigues.

Ao ser perguntado sobre a prudência dessa postura adotada por Jair Bolsonaro, João Rodrigues relata o seguinte. "Eu acho muito prudente, veja bem, se o presidente continua na sua rotina normal, dentro daquilo que ele sabe e que ele tem de informação, ele poderia causar uma guerra no Brasil neste momento, porque talvez um desequilíbrio ocorreria, sabemos que há milhões de pessoas nas ruas aguardando o que o 'líder' vai dizer, então ele preferiu não falar absolutamente nada, em respeito as instituições e a sociedade", refletiu. "A única manifestação que ele fez foi o pedido para a liberação das rodovias para não prejudicar ninguém, então ele evitou se manifestar para não criar um clima ruim e incontrolável, acho que o equilíbrio do presidente Bolsonaro nesse momento é a coisa mais certa a fazer", finalizou Rodrigues.

Na tarde desta terça-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, entraram com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a anulação de votos feitos em modelos de urnas UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 nas eleições de 2022.

A alegação é de que houve 'desconformidades irreparáveis de mau funcionamento' nesses modelos. Assinada pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, a representação cita o laudo técnico de auditoria feito pelo Instituto Voto Legal (IVL), contratado pelo PL, que teria constatado 'evidências contundentes de mau funcionamento de urnas eletrônicas'.

Os supostos problemas teriam sido registrados nos arquivos 'logs de urna'.
 
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Fonte: Com informações da CNN Brasil




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