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Concórdia

Eleição da Câmara de Vereadores pode ter racha entre PSDB e PL


Atualmente, as duas siglas estão juntas no Governo Municipal.

Por Paulo Gonçalves
02/12/2022 às 12h46 | Atualizada em 03/12/2022 - 07h41
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A Eleição para a escolha do novo presidente da Câmara de Vereadores de Concórdia, que ocorrerá na próxima segunda-feira, 05, promete ser quente. Nos bastidores o clima já está tenso. Há alguns dias, crescem os rumores de que PL e PSDB não deverão chegar a um acordo. Recentemente, o deputado estadual eleito, Edilson Massocco, confirmou que o nome indicado pela sigla será Jaderson Miguel e que havia um acordo com o PSDB. Os tucanos assumiriam a presidência nos dois primeiros anos e os liberais assumiriam nos anos seguintes. 

É notório que a relação entre PSDB e PL está estremecida e que ficou ainda mais conturbada depois das últimas eleições. O vice-prefeito, Edilson Massocco (PL), foi candidato a deputado estadual, sem contar com o apoio do PSDB Local, que apoiou a candidatura de Marcos Vieira. Há outros fatores internos que corroboram para o estremecimento da relação PSDB/PL.

Para a próxima segunda-feira, existe a possibilidade de que os dois partidos que estão juntos no comando da Administração Municipal, estejam em lados opostos. Fala-se até mesmo em uma hipótese de três chapas na disputa, encabeçadas por PSDB, PL e PT. A eleição tende a ser tensa e deverá ser definida momentos antes da disputa.  

Além disso, há um fator importante a ser considerado. Se for comprovado o racha entre PSDB e PL para a eleição do Legislativo Municipal, a tendência é de que as duas siglas não permaneçam juntas no Governo Municipal. E isso também terá um impacto direto nas eleições para prefeito em 2024. 

É claro que essa é uma tendência que se revela nos bastidores. Na segunda-feira, tudo pode acontecer. Mas a realidade é que, neste momento, o clima é tenso entre tucanos e liberais.




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